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# 166 - Seu filho é gay!

por Ŧяєdy Gσmєs

Como eu havia postado anteriormente sobre Misérias, meu ex namorado, as senhôuras perceberam que ele fez a Soraya Maldita na minha vida. Agora as senhôuras irão perceber que Soraya não se importa de ser Maldita com eu, tu, ele, nós, vós ou eles. Isso inclui mãe, pai, família e amEEgas também!

Quando namorei Misérias, ficamos muito íntimos entre nós e nossas amEEgas. Não, nós não fizemos uma orgia ou algo similar. Todos eram conhecidos uns dos outros. Então, depois que a gente terminou as traições, eu mantive contato com uma amEEga dele. Xispita era uma pessôua muito humana para esses casos de namoro e sempre agiu muito corretamente, mesmo sendo uma puta. Nós éramos tão ligadas uma à outra que às vezes eu pensava que eu deveria namorar com ela, e não com Misérias. Ambas eram atchivas e eu poderia escolher, mas eu gostava mesmo do jeito cavalo do Misérias, enquanto Xispita era mais romance.

Conversando com Xispita após o término das traições, ela me consolou muito e disse que, mesmo ela sendo amEEga do Misérias, não concordou com o que ele fez comigo e que ele estava do meu lado. Xispita não sabia que eu tinha pulado a cerca também! Então nos reunimos algumas vezes para conversar e descontrair. Certa vez, ficamos tão colocados com oti que Xispita não resistiu e me jogou na cama e me fez a verdadeira passiva-loka-do-koo! Não vou dizer que foi a melhor coisa que fiz na minha vida, mas deu pra passar um tempo e ainda me sentir bem. Minha Nossa Senhora da PirÓca Grande, viu!

Após o ato, ficamos um pouco reciosos de procurar um ao outro e mantivemos uma certa distância, porém conversávamos muito por internet e telefone. E foi numa dessas que eu fiquei passada ...

Xispita me liga em plena madrugada e desabafa desesperada:

"Fredy, môna, desculpe ligar esse horário (2h30 am). Estou ligando para Vsa. porque isso você precisa saber. Sabe o menino que eu tava saindo? Então, eu o conheci numa festa rave junto com o Misérias. Logo quando eu o conheci, eu já fiz banheirão com ele e mantive uma foda fixa por um tempo. Acabei me apaixonando por ele e descobri que ele era um verdadeiro galinha de bairro. Como Misérias também o conhecia, ele me ajudou a tentar tirá-lo da minha cabeça, me dizendo que ele não era pra mim e que eu merecia coisa melhor. É claro que não se desgosta de alguém de uma semana para outra, então eu comecei a evitar o bofe. Mas a sra me conhece e sabe que eu sou recioso e que conheço muito bem as pessoas ao meu redor. Então o que eu desconfiava e temia tornou-se realidade: Misérias tava me traindo com meu homem!"

Nesse momento eu caí da cama, bati a cabeça na chón e me levantei ainda zonza. Eu sabia que Misérias não valia o tamanho de sua neca 23 cm, mas que ele era capaz de fazer isso com seu melhor amEEga ... Só de pensar nessa hipótese eu já fico tensa e Barbie ne caixa! Eu, por mais puta e fina que sou, nunca fiz isso e nunca farei com nenhuma de minhas amEEgas. Tá aí uma coisa que eu sei que é certo: o que é dos outros, é dos outros! É óbvio que todas nós cobiçamos o marido alheio pela gostosura, mas por mais precisada que eu esteja, eu não participo de uma bôua putaria com um macho se souber que ele é de outra. Acho isso o cúmulo!

Não deitando, Xispita ligou para mãe dos dois e jogou na vento que os dois eram vinhados e que estavam se comendo. Também contou para todos os ocós e amapôas que conheciam. Contou deles e acabou se revelando, para que eles acreditassem. Não acho que isso foi uma atitude certa com as pessôuas não envolvidas, mas cada cabeça uma sentença. Uma coisa que eu não faria é isso!

Xispita não é das que se deixam abater e enfrenta a realidade com gana, então ela me procurou para saber o que eu tinha feito como vingança quando terminei com a Soraya. Eu, muito franca, revelei que tinha feito um ebó para o sacana. Isso é uma coisa que eu faço com todos meus ex namorados, já que não posso matá-los. Ainda mais com Misérias, que levantou calúnias a meu respeito. Fiz um ebó bem feito, com riquezas, fotos, muita comida e vinho na beira da praia. No ebó eu deixei bem claro que queria a desunião do casal, nem que fôsse pela morte. E aconteceu, de fato! Demorou, mas aconteceu ...

Xispita quis fazer o mesmo, mas eu não me sujaria novamente por causa de um ebó alheio. Levei ela no centro que eu e Laura Meu Bem frequentamos. Falamos com Macumbel, minha guia, e contamos tudo o que havia acontecido. Então é mercado o dia de Xispita ir até o centro fazer o trabalho. Levando uma foto de cada, fios de cabelo do muco deles e o 150 aru, foi dado início ao trabalho.


Macumbel, no momento de inspiração e invocação do Exu ...

Xispita foi à frente e entregou os objetos solicitados e os já selecionados por Macumbel. Começa-se um canto de invocação e eu, friamente, assistia tudo do fundo com um manto preto cobrindo meu carão. Xispita começa a se tremer e se cagar toda e, quando dei por mim, ela estava lá na frente jogando pipoca pro alto, bebendo do vinho, se lambuzando com o fubá, apagando as velas, dando mortal para trás, baforando o charuto de Macumbel e dando altas gargalhadas. Dadá, ela encorporou algo! Só de lembrar me dá calafrio ...

Após acalmar-se, Xispita ficou sabendo do que havia acontecido. Ela, não acreditando, começou a rir e a zombar de nós. Para levar as coisas mais à sério, ela levou uma surra de santo e hoje fazem exatamente três semanas que ela está internada em coma num Hospital Público. Não sei se haverá salvação ...

Uma coisa que aprendi com isso tudo é que as pessôua devem procurar seu próprio guia, seu próprio caminho e que nem sempre devemos aconselhar e apoiar cada um nas suas idéias. Eu, por incrível que pareça, estou com dó de Xispita. Mas não posso fazer nada se ela errou no ebó e ainda brincou com as forças do mal. Que isso fique com lição para todas as senhôuras também ...




Em consideração, Dona Canô fará uma novena para salvar Xispita ...

# 165 - Tô Barbie na caixa!!

por Ŧяєdy Gσmєs

Viado, me amarrota porque eu tô passada!
Conversando com uma velha amEEga (velha a amiga e a amizade), estávamos lembrando dos velhos tempos. Como o fato dela ter acompanhado todo meu processo de desmunhecamento, a perda da minha virgindade, a minha evolução no mundo dos famosos, etc. Assunto vai-assunto vem, ela acabou tocando num assunto um pouco delicado: um namoro que eu tive (sim, eu me lembro de todos!) que acabou com ejó, traição e gana. Não entendi muito bem o porque ela queria colocar o dedo na ferida, mas mesmo assim agi corajÓsa e continuei o papo.

Horas depois falando mal do viado, eis que ela me conta um bafo do meu ex. Miniiina, fiquei bége com o que ouvi. Tudo bem que era de se esperar, já que meu ex fazia a linha Soraya Maldita com algumas pessôuas. Vou contar primeiro a minha dolorosa experiência com ele e, no próximo post, conto para as sras o restante ...

Eu era um erê com pinta de ocó. Fervido, porém não penÔso! Freqüentava várias buátchis e a alta society. Numa dessas festas, conheci Misérias, que estava acompanhado por essa minha amEEga antiga e uma mais antiga ainda. Essa posso dizer que é minha vó, porque ela é bem antiga mesmo. Vivida, eu diria!

Estava numa bôua conversando com todos e virando otis e otis, quando percebo alguns olhares de cobiça pra cima da minha digna pessôua. Além de erê sem pinta, eu era esnobe e metida (não no sentido fudida!). Fiz a Kátia nesse dia e curti a noite com eles. Naquela noite fui fisgada por um bofinho uó que não sabia usar a língüa pra beijar. Eu acreditava no amor de buátchi naqueles tempos. Aproveitei bem, mas nunca saí de lá amarrada com ninguém e nem recebendo retorno dos telefones que passei ou peguei. Eu esperava retorno e nunca ligava ...

Numa outra ocasião, fui convidada de imprevisto para uma festa babadeira. Não tinha nada para fazer, então eu fui. Na verdade, eu estava no meu ilê chorando as pitangas por um bofinho que eu estava tendo um affair e ele se mudaria de província. Já contei esse bafo aqui! Então por isso que fui pra festa, já que não queria ficar em casa gastando meus lencinhos de papel e marcando minha pele ...

Chego lá na festa e encontro algumas conhecidas e também Misérias. Fiquei tensa, mas não perdi o rebolado (oops! ... eu não rebolava ainda! hihihi). Me integrei com todas e juntas brindamos com uma champagne francesa. Misérias era um bofinho mais novo que eu e que só havia tido um relacionamento sério, e foi com uma racha sangrenta. Depois disso ele teve alguns fodamoros com algumas gays.

Me supreendi, já que ele era um bofe discretíssimo, sem pinta, bem carudo e talz, e ele ficou bem colocado e estava se revelando. Isso mesmo, cafagestada! Ele estava se revelando não uma verdadeira penÓsa, mas um viado bem promíscuo. Antiga, que tinha duas décadas de diferença entre todos, jogou Misérias pra cima de mim e ele, bem lokão, começou a me beijar num canto da festa. Eu juro que não queria, mas já que aconteceu e eu estava chinfrim, acabei cedendo e dei o privilégio dele consumir os lábios carnudos de uma cilibrina e dar uns amassos. Menos darkroom, porque eu era virgem! Então ficamos a noite toda nos amassos, ele pagando otis pra minha pessôua, me endeusando toda e por aí vai. Cilibrina gosta de luxúria!

Estamos indo embora e eu, acostumada com o climáx de fim de noite, fiquei na minha e, como sempre, passei telefone. Estava certa que aquilo não renderia mais do que aquela noite. Não porque o bofe não beijasse bem ou não tivesse pegada. Ele era muito caliente, mas não tinha aqué! Isso é uma coisa que chama muito a atenção de uma cilibrina, sabe?

Acabo de chegar no Agreste e vou descarregar as fotinhos que tirei na festa e quem me adiciona no MSN? O dito sujo! Começou com uns papos de afrodisíaco, sexo selvagem e por aí vai. Ele, assim como todos, não acreditava que eu, um pedaço de mal caminho (modéstia a parte), até então era virgem. Nem eu acreditaria!

Vou numa festa na outra semana e quem estava lá? Ele mesmo! Não acreditei quando vi, mas cilibrina lembrou naquele momento que havia comentado com ele a sua agenda na próxima semana, ainda quando colocada. Naquele momento apenas, eu senti a putaria baixando no meu côurpo e me joguei num canto bem escuro, arrastei Misérias para lá e me vulgarizei. Não transei e nem mamei, mas dei umas pegadjinhas, sabe? Isso foi o que ele disse, porque eu lokona com oti não lembro de muita coisa que faço ...

O bofe começou a me ligar e eu, trouxona, fiquei apaixonada. Namoramos por um tempão e nossas amEEgas em comum nos presentearam com um enxoval Teka e um kit de panelas e talheres Tramontina. Perdi a virgindade e manchei um dos edredons com meu sangue O RH Positivo. Estávamos quase casando quando meu namoro sofreu uma crise de abstinência sexual, devido minhas viagens. Então aconteceu a pior coisa que poderia acontecer num relacionamento: a traição!

Fiquei com a vagEEna úmida durante dias e as Cilibrinas me consolaram. Terminei com ele e sofri durante algum tempo. Não queria mais saber de bofes no momento e ele ficava me ligando, me seguindo, me procurando e implorando por perdão e que voltássemos a comprar e imobiliar nossa quitinete. Resisti por algum tempo, porém acabei voltando com o bofe. Cilibrina nunca tinha dado o edí e, quando deu, achou que aquela era a única neca odara e nervÓsa que poderia penetrá-la. Mero engano!

Ficamos durante algum tempo animados e com a vida sexual atchiva (por parte dele, óbvio!). Passou algum tempo e eu me sentia infeliz no relacionamento. Já estava libertando a vagabunda, a suja, a piranha do banheiro de dentro do meu ser. Não queria mais aquela coisa de sexo casual, papai-papai, aliança no dedo, carreira e tudo mais. Eu queria é ser rodada! Poxa, nunca tinha dado o edí e, quando dou, vou logo casando com o bofe. Tá achando que sou o quê? Eu quero é rôla!

Retribuindo a gentileza, eu também enfeitei a cabeça dele. E não foi uma, duas, três, quatro ... vixe! Perdi as contas de quantos foram! Sei que traí mesmo. Sem remorso! Eu já entendia que ele não me merecia, pois é do conhecimento de todas que sou uma pessôua honesta, séria e fiel quando namorando. Porque ele tinha que cagar no maiô?!

Sei que ele descobriu algumas das muitas traições que aconteceram e acabou me traindo de novo com um tal de Ogun, que era um bofe que se jogava nele, antes de começarmos a namorar. Confesso que fiquei triste com a traição, mas não deitei. No mesmo dia convidei alguns strippers conhecidos para uma festinha e lá o edí assou com gosto. Muito franca!!

Foi um término como o de Justin e Britney: virou um escândalo! Ele jogou no vento que tirou minha cabaça, que eu era bem putinha na cama (magina ...) e por aí vai. Eu também não fiquei calada e levantei algumas infâmias dele. Ele magoou demais minha honra!

Fiquei sabendo que ele estava namorando sério com Ogun. Os dois ficaram felizes durante algum tempo. Eu preferi a solidão de namoro e a união com a putaria. Eis-me aqui nos dias de hoje! Então ele quis ficar por cima, dando declarações abusivas para amEEgas minhas. Não agüentei a aldácia e apelei para o ebó. Fiz um ebó para separar os dois pombinhos! Laura Meu Bem me ajudou, mas essa maluca não sabe fazer as coisas certas, então eu errei no ebó e aconteceram coisas fatais com o casal vinte ...

No final da história, fiquei sabendo que Misérias se fazia de santo e que me traiu não só nessas duas ocasiões. Ele mantinha uma traição fixa com Antiga. Fiquei muito decepcionada quando descobri, já que ela jogou nossa amizade e confiança no lixo. Essa daí também teve um final trágico, mas isso é uma outra história das muitas que titia tem para contar!

No próximo post as senhôuras vão conferir a audácia de Misérias. Não percam, pois está babado!

Ah! Com esse relacionamento que tive, cheguei à conclusão de que tudo na vida é uma experiência. Ruim ou ou bôua, só posso dizer uma coisa:



"É bom para o moral!"

# 164 - Cilibrina e e Michele se encontram em Sampa City

por Ŧяєdy Gσmєs

Meu dia estava um tédio total na semana passada, então recebi uma ligação um tanto abusada da Cidade MaravilhÓsa:

Eu: Alôca?
A voz: Consuelo, semana que vêm estarei na sua cidade sofrida!
Eu: Não creio! A sra vem dar clozy aqui?
A voz: Isso mesmo, gátan! Prepara a recepção ...
Eu: Aonde a sra vai querer dar clozy?
A voz: Quero ir na buátchi abafa o nome. Ouvi dizer que lá é bem sujo, então quero me jogar lá ...

Desmarquei a agenda toda (cabeleireiro, manicure e pedicure, ôfuro, acupuntura, depilação, etc ...) para passar o final de semana com minha amEEga Mi LaChapelle. A sujona viria para Sampa City curtir o feriado nas buátchis e é óbvio que eu me jogaria na pixxxta e no dark com ela.

4ª feira ela me liga de novo: "Fredy, já cheguei na sua província. Vem me buscar no aeroporto!" Então saí correndo do meu ilê para buscar a santa-puta. Chego lá e aquele monte de paparazzos, filmagens da Globo e fãs gritando desesperadamente pela loucura de encontrar duas celebridades juntas. Muitas acenadas, fotos, autógrafos, entrevistas, trocada de telefones com bofes e clozys.


Pergunto para MiLa:

- A sra quer passar em algum lugar primeiro ou ir pro meu ilê direto?
- Que seu ilê, cabocla! Vou ficar hospedada na casa de um macho!
- Então porque a sra fez eu vim te buscar, abusada?
- Porque se o bofe for uó eu já jogo no vento e fujo com a sra.
- Então eu ainda tenho que te levar no fast food pra sra analisar?
- Claro, béim!
- Seja feita à sua vontade, amém!

Era um bairro não muito habitado por famosos, mas tinham algumas mansões. Paramos na frente do ilê do bofe e eu tive que tocar a campainha e sair na luz:

- Oi, keridjinho! Zuzubéin? (olhando pra MiLa: - é esse?)
- Não, não é esse. Pede pra falar com o Luis Carlos Prestes!
- Tá grávida dele, viado? Quer ter seu filho no Brasil?
- Anda. Chama logo o bofe que tô precisada!

- Eu gostaria de conversar com Luis Carlos Prestes. Ele está?
- Sim, vou chamar. Da parte de quem?
- Diga que é uma representante do botox que ele vai saber ...

Daqui a pouco chega o bofe no portão e MiLa abre a porta com tudo, me derruba na chón e pula de pernas abertas no colo do bofe. "Tchau, Consuelo! Te vejo amanhã a noite na buátchi. Me liga!" - ouvi e fui acuendada.

Retomei aos meu compromissos que tinha desmarcado, para no outro dia aparecer lindria na buátchi e arrasar com o carão das quá-quás. MiLa ficou num ilê habitado por doze homens e atendeu à todos!! Rolou um carão lá, já que MiLa já chegou fazendo o porteiro e não esperou para fazer o dono do ilê. Mas depois tudo ficou numa bôua, quando MiLa começou a mostrar sua Michele interior.

No outro dia, de tardezinha, MiLa me liga me convidando para dar um passeio no shopping. Levei Lepore até um dos shoppings mais babadeiros de Sampa City e, enquanto eu conversava com um gringo que se interessou pelo meu côurpo, MiLa foi perguntar o preço de uma lingerie na Casa das Calcinhas. Não percebi que estava há muito tempo com o gringo e que já estava atoladinha dentro de um banheiro e sendo socada, quando o remorso me bateu. "Cadê a MiLa?" Subi rápido meu corsário, finalizei com o gringo e corri atrás de michele. Olho para todos os lados e entro em todas as lojas baratas que MiLa gosta e não a encontro. Daqui a pouco sou atropelada por uma manada de sacolas de grife básicas, como C&A, Renner, Dior, Dolce & Gabana ... e MiLa gritando que queria ir embora!

A noite estávamos poderÓsas e aliviadas após a xuca. Make-up à prova d'água e modelitos bem escandalÓsos era o que nos segurava. Fomos até a buátchi (abafa o nome por sérios motivos ...) e, por algum furo, nos descobriram. Fizemos a sociável na entrada e tiramos mais algumas fotos.

MiLa, assim como eu, é alcóolatra e, assim que chegamos, já fomos para a adega brindar com otis e ficar bem colocadas para fazer pencas de bofes. Já lokonas do edí, fomos fazer pixxxta. Môna, aquilo tava uma perdição e cheio de bofes uós, então nos acabamos dançando e depois voltamos para adega. Nisso, encontramos outra conhecida: Frida Michelle Benário, que estava com duas fanchas e fazia a linha companheira. Batemos aquele papinho, que as sras devem saber o que se fala quando se encontra uma amEEga. Mais otis e MiLa já não agüentava nem o peso do muco, então foi sentar-se.

Conversei mais um pouco com Frida e fui atrás de MiLa. Não se pode deixar essa maluca sozinha nem por um instante. Ela estava fazendo banheirão com um casal de namorados bem musculosos e se escutava o escândalo de seus gemidos, via-se suas expressões labiais escandalosas e seu vestido todo amarrotado e molhado caído na chón. Não sou ser mentchirosa, então entrei na dança e todos fuderam juntos. Uma orgia bem suja! Frida chega e fica passada com a situação, mas participa também ... quanto mais melhor!

Michele e Cilibrina saciadas e assadas foram atrás de mais. MiLa começa a se cagar toda e fala: "Fredy, Frida. Tão vendo aquele bofe de camiseta cinza? Ele é um bofe que eu converso pelo Orkut e que sou loka pra fazer. Alguém vai conversar com ele enquanto eu arrumo a fita do meu vestchido? Brigada!" Então fomos eu e Frida conversar com o bofe. Voltamos e MiLa já estava aflita: "E aí? O que ele disse?!" - perguntou. "Ele é mulher! Mais mulher que nós três juntas e A Casa das 7 Micheles toda!" - respondi. MiLa ficou bége, mas mesmo assim foi e comeu a maricona. Corági!

Fomos para o dark já éra hora, néam?! e fizemos algumas pegações, demos algumas mamadas e algumas sujas passaram cheque. MiLa começou a soltar bombinhas, que trouxe escondidas no seu soutchién. Uma gritaria invadiu o lugar e eu quase escorreguei numa poça de cheque que tinha na chón. Saí vuada de lá!

De volta para pixxxta, nós três nos esfregamos em verdadeiros machos de verdade. MiLa beijou a careca de um tio e isso me fez rir horrorez. Frida armou ejó com um viado que estava baforando ela de cigarro e eu soquei a mão adentro de várias calças, em cantos perdidos da buátchi.

- Fredy, se joga que eu quero fazer esse coroa!
- A sra tá ficando loka, MiLa?
- Tô ficando bôua, isso sim!
- Beijar esse coroa é fim de carreira!
- Mas eu quero e tô excitada!
- Então tá, néam?!

No final da buátchi, MiLa fez 78 bofes e eu 56. Achei uma afronta!
Me despedi de Frida, que saiu de carrão com outro coroa, MiLa voltou para o albergue sexual e eu, ah eu ... eu saí com um par de necas odara que achei por aí e fui dar uma voltchinha no cinco estrelas!

Após atender as necas, dormi algumas horinhas e MiLa me ligou novamente para dizer que estaria se despedindo de Sampa City com um desfile babadeiro, que é esse que as sras assistem abaixo:



"Eu estava tão nervÓsa e me pediram pra jogar rosas para platéia. Ah é? Então toma!"


Ps: Para maiores informações, leiam o Blog A Casa das 7 Micheles.

# 163 - Fox! La Bella Máfia

por Ŧяєdy Gσmєs

Era sábado, 5h da matina e eu acabara de chegar da buátchi carregada por dois go-go boys. Eu estava muito colocada e preparava uma água tônica para recuperar os ânimos e poder pagar a gentileza dos nobres másculos rapazes, quando ...

Piririm! Piririm! Piririm! Alguém ligou pra mim ...

Odeio ser interrompida na hora das refeições, então atendi nervÓsa:

Eu: Alô? Kikié, gueralho?
A voz: Fredy, aqui é a Dona Rosário, mãe do Igor. Tudo bem?
Eu: Oi, amada! Tô bôua e a sra?
A voz: Ah, nem tudo. Preciso da sua ajuda. Andei lendo algumas entrevistas suas em revistas e gostaria que me ajudasse a curar meu filho. Ele ando muito mal e acho que está possuído pelo demônio!

Nesse momento eu fiquei passada, pois minha amEEga estava passando para o Inferno e ela me devia horrorez. Desliguei o telefone, dei uma mamada em cada um dos bofes e guiei para estrada com todas as minhas forças.


Iguetty é uma nigrinha mineira que conheci na Itália, alguns anos atrás. Aprontamos algumas por lá e mantivemos contato. Sempre soube que ela era lokona do edí e que dava a Elza, mas que mexia com magia negra, essa era nova. Por isso que deixei o Agreste babadeiro para visitar sua cidade, Juiz de Fora!

Cheguei e a muvuca já estava na porta do ilê da beesha. Anunciaram minha chegada na cidade e me receberam com faixas, flores, chocolates, presentes e afins. Saí do carro com óculos escuro no carão e fiz a egípcia com todo mundo. Meti meu salto na porta e derrubei a madeira que a segurava.

- Ah, você veio mesmo?
- Claro, meu amô! Vim ver como está essa putona!
- Filho, olha quem está aqui ...
- Arrrggghhh! O que você tá fazendo aqui, môna?
- Vim levantar a sra, buscar meu aqué e pegar uns mineirinhos!

Foi aí que a mãe da Iguetty me disse que havia algumas semanas que ela estava de cama e que ela não comia, bebia e nem nenava. Isso sem contar que a mãe dela estava com o terço nas mãos, a Bíblia Sagrada e ficava rezando com as mãos sobre ela, enquanto a beesha ria horrorez. Achei aquilo um ato um tanto religioso mas, conhecendo bem Xangô, ele estava enfurecido com alguma coisa que ela aprontou. Então pedi que Dona Rosário nos deixasse sozinhas no quarto pra ter aquela conversinha De Mulher pra Mulher, Marisa ...

- Viado, o que acontece?
- Não sei, fui pra buátchi na semana passada e voltei capotada.
- Isso lá é catiguria, chegar em casa carregada? (olha quem fala ...)
- Eu sei, môna. Mas eu bebi muito e chutei uma oferenda.
- Eu sabia! As nuvens estão trêmulas. Xangô não me engana ...
- Coméquié?
- Esquece! Levante-se da cama e vamos lavar esse carão. Olha, parece que a sra não tem mais olho de tanta remela. Cadê a make-up pra me receber, trava?
- Tô morrendo e a sra quer produção, viado!
- Digna de morte luxo!

Peguei a beesha pelo muco e a arrastei até o carro. Fomos até a cidade vizinha levá-la para tomar um passe e tirar os encostos. Xangô se enfureceu porque ela bebeu o vinho e comeu o fubá de sua oferenda. Acalmamos Xangô e ela voltou outra para Juiz de Fora.

Já estava arrumando minhas coisas, quando Dona Rosário pediu que eu esperasse que ela estava fazendo o almoço e queria me agradecer pela ajuda com um almoço em família. É óbvio que eu não disse para ela que Iguetty tinha feito o tal. Disse que ela estava com fraqueza e que a levei até o médico para tomar soro.

Conversando, Iguetty me confessou que tinha aproveitado muito bem o tempo, desde que nos separamos na Itália: ela estava passando seu doce pra quatro pessôuas por dia e que estava na linha do oti, do tabá, padê e até da guelzima. Trocamos alguns bagulhos e combinamos que iríamos pra buátchi de lá, já que era sábado e dia de Exu sair pra comer.

"Môna, vou por meu prato. Minha mãe fez lasanha com molho de salsicha, porque não tinha carne moída. É triste, muito triste!" Iguetty não é uma má pessôua, mas não tem muito modos. Toda hora ela falava de boca cheia, se entalava com lasanha e desentalava com suco. Uó!

Passamos uma tarde agradável e nos preparávamos para buátchi. Iguetty montadíssima assumia o nome de drag Chetara Galberinny D'Martan Igbalé. O povo ficou passado com a recuperação instantânea da trava com minha presença e, não deitando, saímos finas rumo à buátchi.

Chegando lá, Iguetty já estava lokona pra se colocar. Virou três otis de uma vez e foi caçar no banheiro. Eu não estava afim ainda de me colocar e nem de caçar mala. Então fiquei fazendo pixxxta e esperando pelo show. Depois do show que eu me transformo e aí que tudo acontece.

Fui procurar Iguetty e vi a puta mamando um erê de 17 anos. Mamou e acunedou o erê. Tentei falar com ela, mas ela já estava possuída e dizia estar com "uma falange de 7.777 Exus nas costas!" Não duvidei porque conhece muito bem as pessôuas que possuem encostos, então guiei e fui pro dark-room fazer cena. Mas antes, fazer uma pegação básica no banheiro. AdÓro!

O dark estava muito quente e você mal se movimentava e levava surra de neca do carão. Fiquei no cantinho com um, dois, três ... ah, sei lá quantos bofes passaram por lá. Tava cheio aquela putaria! Então, no centro do dark eu vi a luz de um celular Nókia e Iguetty largada na chón dizendo:

"Homens, quero ser banhada de leite (muito leite!) porque faz bem para pele e para o cabelo!"


Uma roda se formou e Iguetty foi lavada por leite. Eu guiei na mesma hora. Leite não é muito comigo. Faço a boquete e bato bolo, mas na hora do estouro de champagne, titia sai da frente e não bebe!

Iguetty estava com vários encostos e toda hora um se manifestava. Esperei ela sair do dark e, molhada, tentei falar com ela. Fez a grossa e me xoxou: "É R$15 a chupeta e R$30 a completa. Tá afim? Senão avôua!" Nem respondi e ela já queimou chão ...

Fiquei nervÓsa porque me coloquei e estava curtindo uma pegação e, quando dei por mim, Elza tinha passado a mão na minha carteira fechada de Carlton. Terminei a pegação e estava cansada e com uma noite sem dormir, então me despedi da puta e tenho certeza que ela não se lembra disso e voltei para o Agreste ...

No dia seguinte, em plena 7h da matina, novamente:

Piririm! Piririm! Piririm! Alguém ligou pra mim ...


Eu: Alô, meu bein?!
A outra voz: Oi, bee. É a Makaka. Tudo bem?
Eu: Desembucha que eu ainda estou dormindo ... ¬¬'
A outra voz: Então, eu tô dodói!
Eu: O que a sra tem?
A outra voz: Tô com inflamação na coluna. Já tomei 3 injeções!
Eu: E ...?
A outra voz: Minha mãe vai pra praia e eu tô de cama ...
Eu: Opa, praia! Tô pondo meu biquini ...
A outra voz: Não, bee. É que eu queria que a sra viesse aqui.
Eu: Pra que? Tem bofe aí?
A outra voz: Não. A sra ficaria cuidando de mim ....
Eu: Coméquié? Sua mãe vai pra praia e eu tenho que cuidar sa sra?
A outra voz: É, não posso me levantar e preciso de companhia ...
Eu: Eu que não vou ficar cuidando de uma inválida!
Tu Tu Tu

Muito franca?! Demais!!
Estão achando que sou curadeira agora? Meu koo!! Ah, falei ...